quinta-feira, outubro 19, 2017

A Derrocada Da Geringonça

António Costa já não tem a Ministra da Administração Interna para usar como escudo protector. PCP e Bloco de Esquerda já não têm Passos Coelho para se desculpar do seu suporte no apoio ao governo. E é cada vez mais evidente que as políticas de Bruxelas estão a arruinar as funções sociais do Estado Português. As manigâncias políticas de Costa, esse homo habilis da táctica e da estratégia política de conveniência, já não chega para fazer face à maldita "realidade". A sorte da geringonça ainda reside na derrocada da Europa que põe o centro do poder austeritário com medo da própria sombra.

segunda-feira, outubro 16, 2017

Quando O Estado Nos Abandona

Este governo inaugurou uma nova versão da História e do Estado. Já não há responsabilidades políticas de Estado quando o Estado não assegura as suas funções essenciais em matéria de segurança e protecção dos cidadãos. No limite já nem é preciso Estado, pois os cidadãos abandonados devem-se proteger cada um por si. E a responsabilidade pela tragédia dos fogos que se abateu sobre o país é obviamente de todos. Porque a responsabilidade quando é de todos, não é evidentemente de ninguém.

sexta-feira, outubro 13, 2017

Prioridades Públicas Na Educação Em Loulé, J'Accuse!

Há rios de dinheiro para contratar resmas de seguranças privados para o Carnaval de Loulé e para a Noite Branca e para outra qualquer festança da pequena burguesia citadina mas não há dinheiro para contratar vigilantes e auxiliares de acção educativa numa escola TEIP, que está a colocar a vida do meu filho em risco e em que a sua integridade física e moral está posta em causa. Não há que hesitar em apontar o dedo à direcção da escola que não exige a contratação de pessoal para assegurar a segurança no espaço escolar e ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Loulé que é obviamente o responsável máximo por esta situação. Ter conhecimento de um espaço escolar entregue a si próprio em que são os alunos mais fortes e que contrariam as normas escolares que fazem as regras nos espaços abandonados da organização e não agir, é um crime político. Depois podem culpabilizar as vítimas como último recurso para se defenderem do julgamento da sua inacção, podem até patologizar o comportamento dos pais que não se conformam com esta criminosa situação mas não se livrarão de serem julgados pelos tribunais da História. Vergonhoso e humilhante.

quinta-feira, outubro 12, 2017

Medo e Terror

Medo e terror é o que se está a passar no Agrupamento de Escolas Padre João Cabanita em Loulé. Espero que não aconteça nada de grave ao meu filho na escola. Se acontecer, os responsáveis que deixaram a situação chegar a este ponto têm que ser punidos. Toda a gente deveria ter o direito de frequentar a escola pública em segurança.

Aviso De Manifestação, Basta De Tanto Desrespeito

Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Loulé,
 
Na sequência de múltiplos episódios de violência sobre o meu filho, com sequelas físicas, psicológicas e morais inaceitáveis e face à insuficiente intervenção da escola e da Divisão de Educação da autarquia que vossa excelência é suposto gerir, informo que estarei na próxima Segunda-Feira, dia 16/10/2017, pelas 08 horas da manhã, em manifestação à porta do Agrupamento Padre João Cabanita, para mostrar o meu desagrado com os maus tratos exercidos sobre o meu filho e a recolher assinaturas para uma petição contra a violência escolar.
Os melhores cumprimentos
João Eduardo Martins

Sócrates, A Matilha Socialista E O Assalto Ao Topo Do Aparelho De Estado

"É um dado surpreendente que reforça a importância histórica da acusação da Operação Marquês: José Sócrates terá sido corrompido desde o primeiro momento em que entrou em São Bento como chefe do Governo."
 

quarta-feira, outubro 11, 2017

Petição Contra A Violência Escolar No Agrupamento De Escolas Padre João Cabanita

Exmo Senhor Presidente Da Câmara Municipal de Loulé,

Na sequência de vários episódios de violência em meio escolar no Agrupamento de Escolas Padre João Coelho Cabanita, que violam brutalmente a integridade física, psicológica e moral dos alunos vitimas de agressão na escola, o grupo de cidadãos da cidade de Loulé abaixo assinados, vem por este meio solicitar a sua intervenção junto da Direcção do Agrupamento Escolar para implementar uma política de combate à violência escolar. Tendo em conta a inércia da Direcção da Escola face às queixas dos encarregados de educação e tendo em conta a inacção da Divisão de Educação da Câmara Municipal de Loulé que insiste em descurar a vigilância e a dinamização preventivas dos espaços intersticiais e de recreio da escola, vimos por este meio solicitar a intervenção da Câmara Municipal a que vossa excelência preside.

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT87002

terça-feira, outubro 10, 2017

Para Conhecimento Público

Exma Senhora Professora Dulce Rodrigues,
Directora de Turma do 7º F
 
Venho por este meio informá-la que o meu educando Pedro Eduardo Frederico Martins foi novamente agredido (ficou com a marca dos dedos do agressor na cara) no interior da escola, esta Terça-Feira, dia 10/10/2017, por um aluno de seu nome, João Junior. Um grupo de alunos estava a competir entre si a ver quem é que agredia o maior numero de vítimas.
Na Segunda-Feira, dia 09 de Outubro de 2017, tive que ir com o Pedro a uma consulta médica especializada que me custou 105 euros na sequência da agressão por outro aluno, no primeiro dia de aulas, que lhe torceu o pulso.
Neste momento, a selva escolar que constitui o agrupamento de escolas Padre João Coelho Cabanita está a colocar em causa a integridade física, psicológica e o bem estar do meu filho e face à negligência da direcção da escola, da divisão de Educação da Câmara Municipal de Loulé, que não cuidam do problema da violência escolar neste agrupamento (não vão mesmo contratar pessoal para vigiar e animar os espaços de recreio da escola?) já nem sabemos a quem recorrer para travar este historial de violência.
Numa organização onde impera a selva e o salve-se quem puder não me responsabilizo neste momento pelas reacções que o meu filho Pedro possa ter em situações de agressão futura e eu próprio vou começar a treinar boxe cá por casa pois nunca se sabe a que ponto estas condutas podem chegar. A direcção da escola e as instituições concelhias responsáveis não ouvem, não escutam e aparentemente não querem saber. O que vou eu como encarregado de educação fazer na próxima vez que agredirem o Pedro?

Com os melhores cumprimentos
João Eduardo Martins

PS: Agradeço que a Professora Dulce Rodrigues reenvie esta mensagem para o director do Agrupamento.

A Selva Escolar

Já não há pachorra. O cenário é o agrupamento de escolas Padre João Cabanita. Paguei ontem mais de cem euros num especialista privado porque o Pedro foi agredido no primeiro dia de aulas e as dores no pulso e no braço não passam. Hoje foi agredido outra vez, por um tal de João Junior, que parece que é tão bom a jogar à bola como a agredir os colegas na escola. Em todos os anos escolares o Pedro tem sido agredido dentro da própria escola. Estou farto de transmitir no GIS e à direcção da escola que é necessário contratar vigilantes para animar os espaços e prevenir as situações de violência. O responsável pela educação da CML também estará concerteza ao corrente desta necessidade, enquanto que, provavelmente, o senhor Presidente da CML deve estar ainda de ressaca da vitória eleitoral pelo que ainda não terá tido tempo de cuidar dos problemas das escolas do Concelho (um problema menor certamente). Entretanto, a ser agredido mais alguma vez o Pedro, nada mais me resta do que fazer queixa na Direcção Geral dos Estabelecimentos Escolares da negligência da organização escolar. Os responsáveis pelas instituições não ouvem, não escutam e não querem saber. E escudam-se sempre no argumento do "não há dinheiro" para fazer sempre mais com cada vez menos recursos. Até um dia, em que as coisas correm mal a sério e a gente perde a paciência.

segunda-feira, outubro 09, 2017

Máquinas De Ostracização Social

É isto. E para além dos partidos políticos terem colonizado toda a vida pública (no pior dos sentidos) ainda se dão ao luxo de ostracizar quem nela participa fora da vida partidária ou fora da alçada do consentimento partidário. É muito óbvio que eu não volto tão cedo às urnas. É que não estou para legitimar as máquinas de ostracização social em que se transformaram estas seitas clubísticas sem qualquer sentido de serviço público que se movem estritamente pela conquista do poder.